{RESENHA} Cidades de Papel - John Green

abril 09, 2017

Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 368
Ano de Publicação: 2013
Skoob: Adicione
Compare e Compre: Amazon | Submarino |  Saraiva Nota: 4,0 + 
Sinopse:Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Cidades de Papel conta a historia de Quentin Jacobsen, que está no seu ultimo ano escolar. O livro gira em torno de ele encontrar Margo, que de repente desapareceu, mas antes de sumir completamente do mapa, ela deixou pistas para Q. saber onde ela estava.

"Margo sempre adorou um mistério. E, com tudo o que aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um."


Margo Roth Spiegelman, aquela pessoa que ouviria direito “pensava que você era diferente”, o livro todo você fica imaginando Margo junto com o Q, tenta ser ela, pensar como ela, mas não é tão simples assim. 
 
"É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.”
 
Q cresce tanto ao longo do livro, ele é uma pessoa tão fofa, inteligente e mesmo com a grande obsessão de encontrar Margo que fica um pouco chata certa hora, é essa obsessão que se torna uma das melhores partes do livro, a viagem, ela mostra como a amizade dele, Ben e Radar é linda, como a amizade em si é linda e uma das coisas mais importantes da vida.

Ele é um tipo de livro que você tem relação de amor e ódio, então muitos quando chega ao final acaba não gostando, mas eu sinceramente amei, e meio que entendo como Margo se sentia, por mais egoísta que ela seja. O livro mostra como todos somos “comuns”, e que sempre acabamos arrebentando pequenos fios das pessoas ao nosso redor e com isso elas acabam se desmoronando por isso, ele faz refletir sobre como tratamos e pensamos sobre as pessoas. Enfim, eu amo a escrita de John, e em nenhum momento quis largar o livro pelo meio, recomendo que leiam. 


“É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então, ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.”






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